Quem me conhece, sabe da minha aversão a médicos e hospitais, tratamentos e remédios. E conhece também todas as histórias absurdas que já aconteceram, comigo e com pessoas da minha família, no que diz respeito a diagnósticos errados, avaliações médicas mal-feitas, medicações inúteis, e mais uma série de trapalhadas do povo de branco que são chamados DOUTORES sem ter feio doutorado, como sempre lembra e bem meu grande amigo Gustavo Ferreira.
Também é de conhecimento geral que parte do meu grupo de melhores amigos segue esta profissão. Estou sendo contraditória? Talvez... Respeito a opinião e o diagnóstico de quem conheço e quem não conheço dou o benefício da dúvida. E que dúvida... rs...
Mas, o que quero falar não diz respeito aos médicos e seu exercício da profissão e juramento, e sim, sobre a forma como algumas pessoas se posicionam frente à essa minha característica ímpar de desconfiar na classe confiando. Digo isso porque, no final, mesmo não concordando
com o que a criatura de branco me diz, acabo fazendo o que ele manda, nem que seja só pra dizer depois, não disse que não ia dar certo? Ok, isso não é nada legal, mas estou sendo sincera... Créditos por isso, please!
Pois bem, passei muito mal recentemente, e mesmo relutando em ir pro hospital, acabei cedendo às pressões vindas de várias partes. Fui. Confesso que tive ao mesmo tempo, alívio e raiva. Pra variar, o médico não sabia o que eu tinha, então, virou algo causado por estresse. Ok, melhor não ter nada além do que eu já tenho, mas estresse e virose são os top ten dos diagnósticos da idade moderna... todo mundo sempre está com isso...
Aí, nos últimos dias, alguém muito próximo a mim, que foi uma das pessoas que falou muito no meu ouvido sobre o absurdo das minhas negativas em procurar médico e hospital no dia em que eu passei mal ficou doente. Está, contando com hoje, há 3 dias com uma dor de cabeça forte e febre constante. A pergunta óbvia é: foi ao médico? O que tem essa pessoa?
A resposta, não tão óbvia, é: não foi ao médico, não sabe o que tem. Diz que não vai ao hospital para ouvir que tem virose ou estresse.
Em resumo, diante disso, aprendi que grande parte das pessoas vive assim: faça o que eu mando, mas não o que eu faço...
Inté.
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